quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Essas manhãs




Nessas manhãs quando o azul do céu pinta o seu rosto com a pouca luz que rasga a noite, esses primeiros raios de sol fazem meu coração enlouquecer a minha cabeça, com a sua imagem refletida, infinita, no fim do silêncio que não acabou. 

Aldeny Rodrigues.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Que o nosso amor pra sempre viva.


Você aos poucos foi se apossando da minha vida e me fez ficar assim tão vulnerável. Eu que antes não entendia o amor, percebi que isso “entender” é impossível, então comecei a sentir, a me entregar. O meu coração se abriu e você foi invadindo, feito um rio que quer se misturar com o mar. Você descobriu meus sonhos, meus planos e veio me mostrar que eu jamais conhecera tão doces momentos. Você desvendou meus mistérios e desordenou minha vida. Você penetrou nas entranhas dos meus pensamentos. Você chegou, trouxe amor, e disse que não tinha fim. Que isso é para sempre em tempo real. Você me fez acreditar que nada existe sem amor. Que você veio pra mostrar meu caminho, para iluminar meus dias, que sempre estará comigo. Você me trouxe um amor que eu nunca pude sentir, não antes de estar com você. Mostrou que um coração não vive sem carinho, sem amor. Que um coração às vezes não tem escolha se não se entregar ao outro. Meu coração é seu amor.


" Olhos fechados, prá te encontrar. Não estou ao seu lado mas posso sonhar. Aonde quer que eu vá, levo você no olhar. Aonde quer que eu vá. Aonde quer que eu vá..(...) Longe daqui, longe de tudo meus sonhos vão te buscar. Volta prá mim. Vem pro meu mundo... "

Amo você!


Que o nosso amor pra sempre viva, Minha dádiva...


[ Bianka Ingrid]

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Understand you


Às vezes olho pra lua em busca de explicações, mas não vejo nada se não estrelas ao seu redor, gostaria que a vida fosse mais especifica, quem sabe assim seria mais fácil de entendê-la, de te entender e de me entender...

Toda manhã eu procuro o sol, Eu não posso sonhar todos os lugares que você vá, mas eu tento. às vezes fazer sentido pode se torna clichê, quando não conseguimos entender nada da vida... Passo horas e mais horas tentando entender, “qual o sentido disso tudo?” e sabe o que me vem na cabeça? Um grande eco, um vazio, é não tenho respostas para a vida.

Descobri algo ao longo do tempo, que certas pessoas te entendem você pode ser a pessoa mais complicada do mundo, mas tem sempre aquela pessoa que vai saber te ler. A minha é você.

Se eu pudesse voltar ao passado, faria as mesmas coisas, falaria as mesmas palavras e se eu não fizesse, eu arrumaria um jeito de te encontrar, por que por mais longe que queira ir eu vou te seguir, vou te encontrar, vou te entender.

Por que se não podemos proteger quem amamos, pra que servimos? Quem faz nosso destino somos nós, e eu já fiz o meu, que é você. Pode passar dias, semanas, meses, anos... Sempre meu destino vai estar ligado ao seu, por quê? Por que descobri que te entendo. Por que sei que te amo. 



[ B.K ]

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Era uma vez...



Cavalos-alados voam por ai na noite que é uma criança, visitam elfos, magos e alguns duendes. Enquanto isso se estende uma guerra entre humanos e orcs, que lutam nas terras baixas, não sei o motivo, mas deve ser por as banalidades de sempre como paz ou felicidade. Enquanto isso eu me tele-transporto, para um lugar não muito longe, lá eu desenho alguns animais na parede, vou para outro lugar também não muito longe, onde construo algumas pirâmides, aprendi na aula passada como fazer algumas com alguns milhares de toneladas de pedra.

Chega então a noite, eu durmo e sonho, meus sonhos sempre começam com: era uma vez um planeta lógico, havia nome para tudo, uma explicação para tudo. Havia humanos que não sabiam por que estavam lá e talvez para resolver isso lutassem por as banalidades de sempre como ouro, glória ou prazer. Era tudo muito prático as pessoas matavam outras em um trânsito conturbado, estupravam seus irmãos humanos, se me lembro bem, havia um continente, onde 27% dos homens admitiam ter estuprado uma mulher, um lugar chamado África. Acho que esses continentes serviam para separar os humanos sofredores e infelizes dos causadores de sofrimento, pois havia milhões deles que poderiam acabar com aquilo.

Lembro bem de uma madrugada de sábado, tive um sonho estranho. Era uma vez alguns humanos estranhos, eles bebiam e riam, gritavam alto, algo parecido com vá tomar no c* seu filha da p* negro. Batiam e falavam palavras assustadoras. Não entendi muito bem porque eles mataram o pobre coitado, enquanto ele gritava por clemência. Não entendi porque matar um irmão humano, só porque ele tinha uma pele diferente. Porém isso era só o começo, as coisas iam de mal a pior, aquilo parecia um hábito, burocrático e sempre igual. Eles agrediam qualquer um que não seguissem as regras impostas por a insanidade de suas mentes. Juro que não conseguir me adaptar; fechei os olhos e desejei acordar daquela fábula.

Aldeny Rodrigues. 


sábado, 24 de setembro de 2011

Sonho com você



Não fui dormir muito tarde, mas tive sonhos muito estranhos, uns 5 ou 6. Talvez os sonhos realmente revelem aquilo que você não ver no seu pequeno mundo real.  Sim, ele é pequeno apesar de ser gigante, ele é pequeno porque reprime você a racionalidade casual, onde você tem que fingir, e se senti inseguro com o acaso ou destino.

Lá você pode se desconectar, e quando a gente percebe que estar lá poderia até mudar o mundo, literalmente.

Eu mesmo só faria o meu altar, onde teria você ao meu lado sempre que eu precisasse ou até mesmo quando eu não precisasse, eu também estaria sempre lá para você. E se eu precisasse de mais, o meu mais seria você, sempre só você. Eu poderia até recompensar os dias que eu me esqueci de te dizer “te amo”.  

Até mudaria a tua opinião de que eu não te amo da mesma forma de antes, seria impossível te amar da mesma forma, seria impossível voltar pra casa sem pensar em você e sempre trazendo comigo um pedaço a mais de sentimento, e sem duvida alguma “hoje” eu te amarei mais do que ontem ou amanhã, sempre hoje.

Aldeny Rodrigues.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

A noite fica assim por quê?



O que o espaço significa? Algo que separa as coisas? Algo que te deixa longe e te faz esquecer?

Um milhão de milhas de distância, não fariam a menor diferença. Eu posso pegar um mapa e desenhar uma linha até você, eu posso tocar o lugar onde estaria o seu rosto, aposto que meus dedos poderiam te sentir.

Assim como suas palavras sempre ecoaram na minha cabeça, algo parecido com um diamante com lapidação perfeita, que consegue prender raios de luz que circulam a 300.000 m/s, refletindo a luz de uma face para a outra, até se dispersa para o topo.

E a noite quando não há mais luz? Ele ainda brilha, ele sempre brilhara. Apesar de que as luzes artificiais poluam um pouco esse brilho, ele nunca deixara de brilhar. Algo parecido com as suas palavras dentro da minha cabeça.

Aldeny Rodrigues. 

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Não saBia



Não sabia que a gente nasceu pra ser feliz
Não sabia que existia um tempo certo para tudo
Eu só sabia que eu estava com a cabeça no mundo da lua

Não sabia que algumas coisas são só impressão, mas outras não
Não sabia que existiam histórias originais, historias entre mim e você
Eu só sabia que não queria te perder, e que em dias incertos a noite cai sem explicação

Não sabia que se podia mergulhar de cabeça em um posso sem fundo
Não sabia que as noites seriam um inferno, nas noites que você não me telefonaria
Eu só sabia que você seria minha tatuagem, minha bagagem minha perfeição

Não sabia que eu poderia ir até o fim do mundo com você
Não sabia que algo viria pra me salvar, me daria seu coração e levaria o meu
 Eu só sabia que eu andava por ai por acaso, mas eu sempre quis você, não seria por acaso

Não sabia se seria o que parecia, se seria meu amor, se eu teria quem amar
Não sabia como vivia os meus dias sem você
Não sabia que eu sabia rimar com bia.

Aldeny Rodrigues.

domingo, 24 de julho de 2011

Se eu pudesse pelo menos...


Aonde mais eu posso te ver, não basta apenas fechar os olhos pra enxergar seu coração. Não basta olhar pra lua e implora pra que ela desenhe o teu rosto nas estrelas que já nem existem mais, não basta encher algo com um bando de palavras tolas, mesmo assim eu não vou te ver.  

É preciso ter coragem? É preciso ter razão? Não basta ter sentido? Apesar de que sempre tem algum escondido. Até mesmo se isso nunca existiu, até mesmo que isso tudo até aqui tenha sido um sonho.

Não existe “o adeus”, eu quero apenas “o pra sempre”.  Mesmo que não existe nada e que talvez tenha sido mesmo um sonho, eu ficarei feliz apenas com a lembrança do teu rosto.

É, você também.

Aldeny Rodrigues.

sábado, 23 de julho de 2011

Quase nada



Quase era uma palavra que eu ouvia muito, se repetia em vários âmbitos. Certa vez eu participei de um concurso e o resultado foi: “você quase ganhou”. Esse quase suou para mim igual a um nada. Se eu não venci o quase não importava, não valia coisa nenhuma.

“Algumas vezes eu quase fui feliz, quase que eu fiquei com a pessoa certa”. É como quando alguma pessoa segura o seu mundo inteiro, você senti ciúmes quando alguém abraça quem você ama. Mesmo que fosse só por uns segundos aquilo quase acabou comigo, e esse quase passava a não ser mais nada.

E o nada agora era alguma coisa, e que provavelmente sempre foi, é como uma guerra que quase poderia ser evitada, mas duraram seis anos e matou cinqüenta milhões. Deixando alguém se armar, pois tem um inimigo em comum. A intensidade do quase  pode ser aumentada para intensidade de um algo. Basta apenas não deixa que fique no quase, ou faça algo ou não faça nada.


Por acaso faria alguma diferença, “eu quase mandei as cartas que eu tinha que mandar”. “Eu quase entendo o que você quer falar quando fica calada”. “Você quase soube, eu quase sabia”. “Eu ainda tenho o seu batom em um lenço de papel, às vezes eu boto um prato a mais na mesa por engano e ainda vejo, às vezes, a nossa imagem retorcida no espelho, é quase como ter você”.

E por alguns ou tantos motivos que quase se fazem reais, os meus “quase nada” se tornam, eu poderia dizer algo; mas não sei se um quase é suficiente para isso.

Aldeny Rodrigues.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Rotas


A intensidade das coisas não está na quantidade e sim na qualidade, e às vezes certas coisas me incomodam, como: ser o melhor ou fazer o melhor?

Essas certas coisas parecem que imitam algum tipo de coisa, algum tipo de filme, “um dia me disseram quem eram os donos da situação, sem querer eles me deram as chaves que abrem essa prisão”
Somos quem podemos ser e isso faz com que sejamos o melhor, e os sonhos que podemos é o que nos faz fazer o melhor.

Eu pelo menos vivo de sonhos, sem perder minha realidade, lógico; pois sonhos bem planejados se tornam objetivos. Mesmo que pareçam idiotas as rotas que eu traço, são meus objetivos.

Aldeny R.  

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Às vezes nem tudo precisa de explicações



Sinto muito mais não vou medir palavras não se assuste com as verdades que eu disser...

Dizem que tudo tem um por que e uma razão, mas e se nem tudo tiver uma explicação? E se simplesmente acontecer?  E se o que aconteceu entre nós  simplesmente tinha que ocorrer?
E que você sempre sorriu para mim com amor, por trás das palavras de tudo sempre foi uma forma de chegar a você, por que quem é que vai me abraçar?  Quem vai estar sempre ao meu lado? Quem? Além de você?

Ninguém tem razão, às vezes o que gostaríamos de ouvir nem sempre é o que escutamos mais é ai que tudo começa, pois a gente é maior que qualquer razão, maior que meras palavras.

E porque precisamos tanto ter pessoas ao nosso redor para nos sentirmos bem? E se apesar de todas as pessoas você se sentir só? E se algo o faltar? E se somente uma única pessoa preencher esse vazio? 

E se não pudermos escolher? E se for algo inevitável? Como pode existir tanto amor por uma única pessoa capaz de fazer a outra fazer loucuras? Tantas perguntas nas quais as respostas não são coerentes, e para que? Se o bom da vida é viver intensamente! Principalmente ao lado da pessoa que passou a ser a razão da sua vida! Isso simplesmente aconteceu e foi sem nenhuma explicação.

Bianka Ingrid

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Não se pode entender


Já tentei entender, já tentei explicar, mas ninguém pode saber o que eu sinto por você. Não consigo me enganar quase sempre é igual, sei que não posso controlar o tempo, mas fico feliz só em te ver, sei que tão pouco posso controlar meus sentimentos. Oro a Deus pedindo cargas mais leves desse amor, antes de dormir fico pensando se você pensa em mim ou se eu passo pela sua cabeça se você sonha comigo assim como eu sonho com você, vivo aqui a minha vida numa espécie de submundo onde a única coisa que importa é você esse mundo insano onde a única coisa que faço é pensar em você.

Nathanny Vilela. 

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Qual a direção?



Perdi teus passos, lá se foi a minha direção
Procurei-te em vias lácteas perdidas, em universos distantes
Já não sabia como era a sua voz, nem te enxergava mais
Faltava-me o que também faltava em ti
E talvez eu já nem soubesse se você ainda existia
O peso das minhas asas já era alto demais
Acordava de madrugada, vinha de outro planeta
Planeta onde meus sonhos não era nada além de sonhos
Já não suportava as coisas que não podia mudar
As coisas que não tinham tamanhos, não acabavam mais
Não tinha pra onde ir, foi quando eu me perdi
Suspendi meus sentimentos e andei sem direção
Ignorei as teorias e as minhas alucinações  
Encontrei então o sentido escondido
Você estava na contramão.

Aldeny Rodrigues

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Não sei se sei o que eu não sei



Não sei se sou eu que não sei planejar, ou se são meus planos que nunca dão certo.
Não sei se as coisas acontecem por ordem do destino, ou por acaso.
Não sei se não entendo as pessoas, ou se são elas que não me entendem.
Não sei se são as chances que estão contra nós, ou se estamos por ai a fim de sobreviver.
Não sei o que sinto, ou se são meus sentimentos que são soltos.
Não sei as causas, ou quais serão as consequências.
Não sei por que o bater de asas de uma borboleta faz o vento virar violência, ou se é apenas o caos.
Não sei se há realmente medidas, ou se são apenas limitações pra não sermos inatingíveis.
Não sei se o tempo é relativo, ou se o centro do universo é qualquer lugar.
Não sei se faz sentido o que eu escrevo, ou se faz sentido ficar lendo.
Não sei se sei o que eu não sei.

Aldeny Rodrigues.

sábado, 25 de junho de 2011

A Fábula

Engenheiros do Hawaii

Composição: Versão: Humberto Gessinger


Era uma vez um planeta mecânico

Lógico, onde ninguém tinha dúvidas

Havia nome pra tudo e para tudo uma explicação
Até o pôr-do-sol sobre o mar era uma gráfico
Adivinhar o futuro não era coisa de mágico
Era um hábito burocrático, sempre igual
Explicar emoções não era coisa ridícula
Havia críticos e métodos práticos
Cá pra nós, tudo era muito chato
Era tudo tão sensato, difícil de agüentar
Todos nós sabíamos decor
Como tudo começou e como iria terminar
Mas de uma hora pra outra
Tudo que era tão sólido desabou, no final de um século
Raios de sol na madrugada de um sábado radical
Foi a pá de cal, tão legal
Não sei mais de onde foi que eu vim
Por que é que estou aqui
E para onde devo ir
Cá pra nós, é bem melhor assim
Desconhecer o início e ignorar o fim
Da fábula







quinta-feira, 23 de junho de 2011

O silêncio de uma palavra



É como se tudo começasse e não tivesse mais fim, relativo ao tempo, ou ao silêncio de uma palavra. Por exemplo: como quando você diz que algo é pra sempre, é como se não precisasse de uma narração, porque o observado e quem prática a ação é você, então não precisa de narração, porque você é o personagem principal. Não ser literal é o que faz a beleza das coisas, do fato.

É como tentar narrar algo que nunca aconteceu, ou como imaginar algo que estar pra acontecer, mas você nunca faz o algo que você imaginou tudo sempre muda. E a narração principal acaba sendo a aleatoriedade dos fatos, não precisa ser literal.  

É como se as coisas apenas se encaixassem, é como retirar os mais diversos sons do silêncio, as coisas simplesmente acontecem. Desfrute. 

Aldeny Rodrigues.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Nosso tempo



Não sei se queria poder ver o futuro, não teria graça de viver o que você já conhece, porque o que nos mantém vivos são os fracassos que nos ajudam a ter força para obter o sucesso. Nós queremos apenas amar e mudar as coisas, seria a luta imperceptível que travamos para amar e para “mudar o futuro”, entre aspas porque temos que ser um pouco mágicos para saber o que vai acontecer, mas com o tempo a vida nos obriga a fazer disso um hábito, burocrático sempre igual. Por isso basta apenas saber viver o presente sem enlouquecer muito com o futuro. 

“Não sei mais de onde foi que eu vim, por que é que estou aqui e para onde devo ir cá pra nós, é bem melhor assim desconhecer o início e ignorar o fim.” (The Logical Song - Supertramp - versão: Humberto Gessinger)


Aldeny Rodrigues.

domingo, 19 de junho de 2011

Medo, coragem ou amor?


O que te faz pular no vazio sem pensar duas vezes? O que te leva às experiências mais loucas? O que te faz acreditar em algo que você nunca viu? O que faz ter medo do que você não conhece e mesmo assim, talvez, continuar? O que te da coragem pra viver, apesar de todos os problemas? O que te faz ter vícios, virtudes e amor?
Talvez as coisas apenas aconteçam, como: ter medo de alguma coisa, mas amar algo mais ainda para poder ter a coragem de enfrentá-la.
Aí você poderia chamar o algo de vício, virtude ou amor.

Aldeny Rodrigues.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Escuridão


Como muitas coisas o escuro é algo que pode imprimir vários significados, um beijo no escuro, ou ficar sozinho no escuro. Escuridão me leva a solidão é como se eu pensasse em ficar sozinho apenas de pensar no escuro, é como apagar a luz pra ouvir melhor.  Na escuridão tudo fica mais fácil de perder, é como se você estivesse sozinho, e é bem pior pra quem não sabe perder, mas é só pensar como se fosse um sonho, basta apenas perder o medo da escuridão, da solidão.

Aldeny Rodrigues.

Eduardo e Mônica - Legião Urbana

Eu achei que ficou muito foda, mereceu postar.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Dúvidas



Não tenho o que falar, as dúvidas me consumiram aos poucos até estar totalmente em mim. E agora? Tenho dúvidas do real e do irreal... Afinal o que quer dizer isso?

Momentos vividos, passados e que ainda chegarão... Tenho medo, pois sempre o meu passado insistiu em aparecer no meu presente e estragar o meu futuro. Tenho dúvidas. Elas me segam impedindo-me de vê oportunidades, brechas nas quais eu poderia sair... Idéias ocultas nas quais eu não consigo desperta-las. Medo... Medo? De muitas coisas, mais o pior deles é não sair dessa escuridão. 

Não sei em que mundo eu estou, se é o real ou se é uma simples ilusão, mas não quero descobrir isso agora a vida me mostrara aos poucos....

Por que as dúvidas existem ? 
R =  Porque o mundo é movido pelas Perguntas (ou dúvidas), e não pelas respostas... E quando você pensa que sabe todas as respostas... O mundo gira e muda todas as perguntas...

( Biah Ingrid )

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Talvez porque.


Talvez porque o fato de você odiar alguma coisa é o que faz você amá-la, talvez porque alguma coisa faça você poder ser você mesmo, e talvez porque o passageiro sombrio que você trás, que te reterá é destruído com garoas de prazer que algo te trás. Porque talvez não seja necessário entender o que passa fora porque tudo acontece dentro. Porque talvez você não tenha a limitação de viver apenas o que possível. Porque algo pode acreditar que você é um anjo. E talvez porque você queira amar algo pra sempre, mesmo que sempre não exista.


Aldeny Rodrigues

terça-feira, 14 de junho de 2011

Radar




Eu tenho medo do que é novo, não gosto de entrar em coisas que não conheço, não consigo andar sem um radar, a desorientação me assombra. Tenho que ter sempre o controle. Porque tenho medo de viver o que não entendo, tenho que ter a garantia ou pelo menos a ilusão que entendo.

 Aldeny Rodrigues

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Pensamento


Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.
Clarice Lispector

quinta-feira, 7 de abril de 2011



Era uma noite sombria, as ruas estavam desertas e o vento uivava ferozmente levando as folhas de outono consigo. Sam andava rapidamente por esses caminhos, eram escuros, vazios, só havia floresta ao lado. Em segundos e segundos olhava para trás, algo lhe assustava, mas nada via só a bruma que embaçava o caminho. De repente ela escuta algo.
- Quem está ai? – perguntou ela virando-se, só que mais uma vez nada encontrou além do vazio, voltou a caminhar. Mais a frente ela viu um vulto e ficou parada, a sombra a rodeava rapidamente, correndo de um lado para o outro, ela se agachou com medo, botando suas mãos em seu rosto, Sam chorava de medo, estava pálida por sua angústia.
- Por que choras criança? – ela escutou uma voz suava e cativante, de quem seria aquela voz? Estava com medo de olhar para cima, mas mesmo assim o fez. Era uma bela mulher, vestida com um lindo vestido branco, ele parecia um pouco gastado, aquela moça deveria ter andado pela floresta, parecia uma pessoa inofensiva então decidiu se levantar.
- Ahr, eu pensava ter visto alguém me seguindo – Sam soluçava
- Oh pobre criança, você não sabe que andar por ai essa hora da noite é perigoso?
- Sim, mas... -  Sam parou de falar quando a linda jovem botou-lhe o dedo em seus lábios
- Não fale criança, você esta muito nervosa, venha vou lhe da um pouco de água.
- Não, obrigada tenho que voltar para casa, meus pais me aguardam – Disse Sam.
- Não vai demorar muito é só para você se acalmar – insistiu a mulher
- Esta bem  então, mas não posso demorar muito.
- Vamos, minha casa é logo ali, perto da floresta, não se preocupe não há como você se perder
O nevoeiro aumentou de repente, o branco do vestido da mulher se misturava com aquela neblina. Não havia som, não havia nada, só dava pra ouvir os batimentos do coração da Sam, q
Assim as duas caminharam, e Sam nunca mais voltou para casa, ninguém sabe o que acontecerá com a jovem menina, alguns dizem que ela fugiu, outros que morreram.  Os pais da garota sempre ficavam em frente à porta às 20h na esperança, que um dia ela voltasse; mais isso nunca ocorreu.

Por: Bianka Ingrid

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Karen




Karen era uma menina diferente das outras, as regras não faziam sentido, não existiam ensaios pra atos da vida. Ela não tinha amigos na escola. Seu único refúgio era o seu quarto, amava-o. Principalmente o  seu computador, onde passava horas e horas. Ela achava que os seus melhores amigos eram virtuais.
O coração da garota era cheio de anseios, medos, tristezas e decepções. Seu pai era um alcoólatra, que muitas vezes chegava bêbado em casa. Sua mãe havia morrido quando a menina nasceu. Então ela preferia trancar a porta do seu quarto, para não ver nem ouvir o seu pai naquela situação.

Karen era apaixonada por Eduardo, ela nunca tinha visto o garoto, mas conversava com ele todos os dias, entrava no MSN, procurava-o. Ficava decepcionada quando ele não estava lá. E seu coração batia forte quando ele entrava. Os dois já eram íntimos, certa vez Eduardo pediu fotos da menina sem roupa. Ela não queria mandá-las, mas também não queria decepcionar o seu amor.  Resolveu enviá-las, já que confiava cegamente no menino.
No dia seguinte, seu pai havia saído pra beber no bar da esquina, o que já era rotina. Como sempre Karen viu seu pai no bar, correu pra casa, trancou-se no quarto e foi para o computador. Aâh, pobre menina, jamais imaginaria ver o que viu. As fotos que ela havia mandado para seu namorado virtual estavam em todas as redes sociais, o garoto fez questão de enviar recados mostrando todos os links das fotos, onde ele divulgou.

Ela chorou rios de lágrimas por o ocorrido. Jurou pra si mesmo se vingar daquilo. Seu pai voltou pra casa e provocou um incêndio. Uma viga caiu sobre a porta do quarto de Karen. Não havia como sair.  Ela viu apenas o vapor das suas lágrimas que queimavam o seu rosto.   Ela morreu ali, do lado do seu computador.

Reza a lenda que Karen seduz garotos, não bastou apenas se vingar de Eduardo, a sua alma ficou perturbada. E todos aqueles garotos que tentam fazer o que Eduardo fez ou magoam Karen, morrem de formas inexplicáveis.

Escrito por: ALDENY RODRIGUES.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Algo a mais



Hoje quando eu voltava pra casa, vi duas crianças brincando. Algo que parecia banal e realmente era um fato trivial, mas a brincadeira me chamou atenção, elas estavam brincando com um balde cheio de aguá. O garoto mergulhava a cabeça dentro do balde, e a garota segurava a cabeça dele, até ele ficar sem ar. Eu sei que era um fato inocente, as crianças tinham apenas 3 a 5 anos.

Mas isso me despertou uma curiosidade de onde a mente humana desperta o desejo de matar. Desde pequenos temos raiva, temos medo, sentimos coisas ruins. Imagino se a garota matasse o garoto, como ela cresceria? Como seria a vida dos pais dessas crianças?

A vontade de matar as vezes desperta na gente, nos assombra. É algo ruim, que deve ser controlado, a sociedade nos ensina isso, acho que é ensinamento mais subliminar que há em nossas vidas. Todo mundo sabe que não deve fazer isso.




 ALDENY RODRIGUES.